Bem vindo à selva

BEM VINDO À SELVA!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Professor policial !

Srs. sou fã deste polícial, pena que ele publica seus artigos quase de mês em mês...segue para "degustação".

 

sexta-feira, 4 de março de 2011


Treinar pra quê?


Em 28 de janeiro de 2009 foi publicado o artigo Carregar e ficar pronto! Sua sobrevivência depende de três coisas! O artigo foi difundido por meio da Internet e postado em um fórum sobre concursos públicos. Até aqui, tudo bem!

Contudo, o que chamou minha atenção foram dois comentários sobre o texto. O primeiro comentarista escreveu: “Que nóia! Em tempos de carnaval: Olha a lavagem cerebral aí gente!!!!!!!!” Já o segundo registrou: “Ah velho, esse cara tá assistindo muito filme americano... Digo mais, na primeira oportunidade que ele ver algo estranho vai acabar tomando um tirambasso (sic) na testa.”

O curioso é que o fórum se denominava “Aos futuros federais...” Portanto, isso requer algumas reflexões sobre o comprometimento com a própria segurança dos futuros policiais e o papel dos professores das diversas disciplinas ministradas nas academias de polícia, deixando de lado a análise do perfil de ajustamento (ou não) para sucesso da atividade de polícia de alguns candidatos à carreira policial.

Não há qualquer dúvida de que cada integrante de uma organização policial é importante para o desempenho e o bom resultado de sua missão institucional que é a promoção da liberdade e dos direitos dos cidadãos. E para isso, existem aqueles homens que fazem o trabalho dia e noite e aqueles que estruturam o ambiente para que todos tenham uma condição ideal para desempenhar suas funções para o sucesso policial. Pelo menos é assim que deve ser! Mas o importante é que todos têm um trabalho a fazer, e muitos procuram fazer bem.

Desse modo, também é importante lembrar o papel dos professores, mesmo que algumas pessoas acreditem que seus ensinamentos e considerações sejam meros exageros (como demonstram os comentários do fórum), pois os policiais ainda podem trabalhar, patrulhar, investigar e administrar sem os instrutores. Porém, é possível melhorar? É possível tornar o trabalho de cada policial mais seguro e eficaz, mesmo que muitos jamais sejam forçados pelo acaso a enfrentar o perigo? Se a resposta for não, então a trabalho está completo. Mas se a resposta for sim, então cabe a cada policial, e principalmente ao professor, auxiliar nesta superação.

Por quê? Porque o professor tem a tarefa de produzir e avaliar uma informação para dispô-la num contexto no qual o policial é capaz de usar com aproveitamento. O instrutor deve trabalhar com os colegas, observando suas atividades e absorvendo suas experiências, para criar um mecanismo que se ajuste à necessidade do trabalho e melhore a segurança de cada indivíduo empenhado na luta contra a violência e o crime.

Para isso, o instrutor precisa pesquisar e aprender continuamente, procurando novas informações que os policiais possam necessitar, e descobrindo como levá-las até eles no tempo e na forma corretas. Felizmente, os bons policiais têm um pouco de professor dentro deles, pois todos dividem experiências, informações e aprendem uns com os outros.

Mas o policial que é designado como instrutor (seja de tiro, de técnicas operacionais, direção defensiva e ofensiva ou qualquer uma das mais variadas disciplinas) é o que tem o encargo específico de desenvolver, coletar e transmitir informações efetivamente. E essa é uma grande responsabilidade! Ele precisa ser sempre curioso sobre a natureza da profissão policial. Ele jamais deve acreditar que já sabe tudo o que precisa saber. Se um instrutor desenvolve um estado mental de que ele completou seu treinamento e de que é um ás, então ele alcançou um ponto onde não é mais capaz de oferecer o máximo de utilidade em benefício dos colegas policiais que arriscam suas vidas diariamente.

O professor deve aprender mais sobre o que ele e os outros colegas fazem. Ele deve desenvolver treinamentos, participar de seminários e cursos a distância, ler e conversar com outros instrutores e especialistas. Como tal, ele deve se sentir a vontade para escrever artigos e livros, onde novas ideias são oferecidas para o melhoramento dos policiais. Além disso, ele tem a obrigação de estar certo de que a informação transmitida está correta e atualizada, realizando uma análise de cada dado. Essas são apenas algumas das coisas que o instrutor precisa fazer para continuar presente.

O professor não pode ser propagador do mau trabalho policial, e jamais pode ser insensível às tentativas dos colegas policiais que querem atingir a excelência. Ele deve ajudar, e não ficar alheio para depois criticar injustamente um esforço honesto para melhorar, ainda que esteja sob o peso da desmotivação que permeia o trabalho policial.

Finalmente, o professor deve fazer o máximo esforço para proteger a dignidade e a integridade física daqueles que são treinados. Quando algum policial é ferido ou morto, ele deve descobrir as causas de um resultado tão negativo para tentar, da melhor maneira possível, reduzir a chance de futuras ocorrências semelhantes. E é para isso também que servem os artigos publicados na Internet, o desenvolvimento de blogs policiais e o lançamento de livros!

Quanto ao policial, seu papel é treinar para desempenhar bem sua função e estar a salvo, pois não é possível saber antecipadamente quem será a próxima vítima ou quem irá se aposentar sem sofrer um incidente ao longo da carreira. E como todo policial tem um pouco de instrutor dentro de si, pois cada experiência é única e valiosa, sua tarefa também é aprender e ensinar. E aos futuros policiais, o trabalho talvez seja aprender a aprender.

Treinar (mesmo mentalmente) não custa nada, mas a vida de um colega policial vale muito. Contudo, se alguém acha que nada vai acontecer, que tudo é exagero, paranoia, lavagem cerebral ou coisa de cinema e que não é preciso sequer acreditar no perigo, talvez seja melhor tentar outra profissão para o próprio bem e para a salvaguarda daqueles homens que já abraçaram e honram a carreira policial dedicando diariamente suas vidas em prol de pessoas desconhecidas.

Humberto Wendling é Agente de Polícia Federal e Professor de Armamento e Tiro lotado na Delegacia de Polícia Federal em Uberlândia/MG.
E-mail: humberto.wendling@ig.com.br
Blog: www.comunidadepolicial.blogspot.com
5 comentários

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Muito prazer policial, poder judiciário!! (Blog - A saga polícial)


Bom dia amigos.

     Como é de conhecimento de todos, acompanho a "SAGA" de alguns "heróis" que se permitiram entrar para a "força polícial" deste "Brasil-zão", e temos observado algumas situações que chateiam qualquer um que esteja na jornada para se tornar "herói", abaixo segue uma destas.

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Com 5 meses de polícia aconteceu minha primeira prisão importante. Eu e meu parceiro através de investigações e com o apoio de outros policiais prendemos um traficante de drogas. Conforme já comentei aqui, orgulhoso sobre o fato, deu tudo certo e dever cumprido com aplausos da população local.

Após 2 meses fomos chamados para prestar depoimento no processo penal referente ao flagrante. Porém, no dia anterior a data marcada para a audiência, estava em apoio de ocupação do Complexo de São Carlos para instalação da nova UPP.
Nossa rendição chegou às dez horas da manhã, fui para a delegacia entregar o armamento e trocar de roupa para depois seguir rápido ao fórum para o depoimento, marcado para 14 horas. Considerando isso e outros acontecimentos sem minha culpa, cheguei na audiência às 15h30min.

Me apresentei imediatamente ao técnico judiciário, explicando o motivo do atraso, e o mesmo disse que já havia encerrado a audiência, mas foi falar com o juiz que tínhamos chegado. O excelentíssimo senhor juiz apenas balançou a cabeça negativamente após perguntado se poderia ainda ouvir os policiais que acabaram de chegar.

Para nossa surpresa, devido ao pequeno atraso, o réu traficante foi solto e nosso atraso foi enviado à Corregedoria para ser apurado. A alegação ao pedido de instauração de PAD foi o excesso de atrasos e faltas nas audiências por parte dos policiais civis. Mas como, se aquela era a minha primeira audiência? Como, se eu estava em missão a mando do Estado?
Foi um sentimento de decepção e tristeza que me assolou, logo no flagrante da qual me orgulhava tanto. Com esse sentimento fui embora para casa descansar e estar pronto no dia seguinte para voltar ao Complexo, pois a escala estava de 12 por 24 horas.

Nesse mês de fevereiro, 1 mês após o fato narrado, fui na minha segunda audiência. Como não estava em missão, cheguei com boa antecedência. Dessa vez tratava-se de um flagrante de receptação dolosa e o réu também estava preso. Na hora correta a assistente do juiz fez a chamada para verificar se estavam todos presentes. Dois minutos depois, sem nenhuma explicação, fomos chamados para assinar um documento tomando ciência de uma nova data de audiência. Perguntei logo sobre a justificativa em não ter a audiência e a resposta do técnico judiciário foi: “não sei” e nada aconteceu. Me retirei da sala e mesmo incrédulo, informei o ocorrido na Corregedoria do Tribunal de Justiça.

Muito prazer poder judiciário, eu sou o policial civil que está nas ruas por onde começa o inquérito que alimenta seus processos, que por muitas vezes trabalha em escalas apertadas, que investiga, arrisca a vida e apresenta prova da materialidade e indícios de autoria para você apenas confirmar.
Não quero comparar meu salário e minhas horas trabalhadas com o seu, mas depois dessa apresentação necessito apenas dizer: sou um policial do novo século, também tenho curso superior e especialização, não aceito propinas, faço o que a lei determina e divulgo sem medo seus atos autoritários.
Por fim, faço o que gosto e estou nas ruas para servir a sociedade e não a você. O desprazer é todo NOSSO em lhe conhecer.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Redação de domingo - dissertação em prosa.

Abaixo segue redação postada, com intuito de nortear os camaradas que estão iniciando seus estudos, nesta matéria que é um divisor de águas em algumas bancas.


 As décadas de 70, 80 e 90, foram bem diferentes para a criação dos filhos do que a atual. Observam-se algumas mudanças significativas na repreensão das crianças por parte dos familiares e educadores, infringindo ao Estado se interpor quanto aos direitos destas. Qual conseqüência pode acarretar as crianças e as famílias expostas a está intromissão?
Observa-se com os adventos da tecnologia e da forma de governo atual que às crianças e adolescentes estão expostas a uma gama de informações muito grande, ao contrário do que visto em décadas anteriores. Está exposição traz aos país e educadores uma mudança na forma de educação dos filhos e alunos. Neste contexto é inegável que os responsáveis pelos primeiros anos das crianças devem ter papel ativo e participativo em sua criação.
            Mas não é isso que se observa, decorrente da forma de governo, observamos uma quebra das estruturas familiares, na qual aumenta-se o índice de mais solteiras, divórcios, falta de professores ou mal qualificação destes e um “mimo” sem precedentes para algumas crianças, que crescem sem parâmetros de educação, criando-se verdadeiros monstros. Neste contexto, o Estado, interpõem-se de forma dogmática frente ao conflito, limitando o poder de repreensão pelos envolvidos pela criação das crianças e com conseqüências puníveis criminalmente.
            Esta mudança comportamental observada hoje é importantíssima para a evolução da sociedade, aquelas que não evoluem estão expostas a extinção. Mas não garantir o direito da família e reduzir o poder dos educadores é a mesma coisa que deixar o desenvolvimento dos futuros integrantes da sociedade a mercê da própria sorte, e as conseqüências já podem ser observadas pelos indicadores já citados anteriormente.
            Fortalecer laços familiares, sim,  preparar o indivíduo para convivência coletiva  por meio de educadores preparados e utilizar do meio da repreensão nas escolas, na medida de força que faça-os entenderem a importância do que é ensinado, sim. Agora, o Estado limitar estes poderes e inibir qualquer forma de criação e educação do futuro do país, não acredita-se ser mais correto e trazer como consequência uma sociedade  despreparada para viver em conjunto e sim atuarem individualmente como predadores no sistema.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Candidato não deve focar em um só concurso, diz especialista


Lia Salgado, colunista do G1, comenta suspensão de provas federais.
Preparação para uma determinada seleção pode servir para outras.

Polícia Federal - ocupação São Carlos - Rio (Foto: Thamine  Leta / G1)
Concurso para PF depende de aval de ministério,
mas estudo serve para outras carreiras, inclusive
área de fiscalização
A decisão do ministério do Planejamento de suspender concursos federais e nomeações pode ter causado insegurança em quem iniciou o ano empenhado no projeto de se tornar um servidor público. Mas é preciso entender que se trata de uma medida mais restrita do que poderia, a princípio, parecer. Trata-se da esfera federal: concursos municipais e estaduais não foram afetados.
Além disso, em razão do princípio constitucional da independência dos poderes, as decisões do Planejamento não podem interferir na realização de concursos dos poderes Legislativo e Judiciário, mas, tão somente, no Executivo federal. Ainda assim, as empresas públicas e sociedades de economia mista têm orçamento próprio e, portanto, seus concursos não são atingidos pelo corte no orçamento. É o caso do Banco do Brasil, Correios, Caixa Econômica Federal, Petrobras, BNDES, etc. Há ainda a questão dos postos ocupados por terceirizados e que já estão na mira do Tribunal de Contas da União para que sejam substituídos por servidores concursados, como é o caso da Empresa Brasileira de Comunicação. E ainda a proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas, que exigirão do país um esforço urgente para realizar as obras públicas necessárias e garantir a proteção dos visitantes, para dizer o mínimo. É necessário algum tempo para que candidatos aprovados sejam empossados e treinados, para estarem aptos a desempenhar suas funções. Também deve ser considerada a existência de áreas críticas, como o INSS, que apresenta carência de milhares de servidores e cujo edital não poderá ser mais represado por muito mais tempo.
Espera pelo edital é normal
Por outro lado, na vida de "concurseiro", esperar meses, às vezes mais de um ano por uma prova, é normal. Afinal, a data da publicação do edital de um concurso é imprevisível. O edital depende de uma série de ações: levantamento do número de vagas, pedido de autorização, escolha da organizadora, discussão dos termos, etc. Até uma alteração na estrutura do órgão ou instituição pode causar demora, como foi o caso da fusão da Secretaria da Receita Federal com a Previdenciária, que atrasou muito o aguardado concurso para auditor da Receita.
A orientação, então, é manter o ritmo de estudo, inclusive porque o indicado é se preparar para uma área de atuação, e não para um concurso específico -exatamente por conta da imprevisibilidade do edital. Assim, quem estava apontando para um concurso que pode estar sujeito às restrições do Planejamento, deve abrir o leque de opções e continuar a preparação na mesma direção, mas com foco mais abrangente.
Estudo para INSS pode ser aplicado em outra prova
Para exemplificar, quem aguarda a oportunidade de concorrer a uma vaga para o INSS pode aproveitar editais para outros cargos administrativos, como os de tribunais, de nível médio ou superior, que cobram matérias similares às esperadas para os cargos de técnico e analista do INSS. Quem aguarda o edital da Polícia Federal também tem opções: se o cargo desejado for de nível superior, pode disputar concursos para a Polícia Civil, que oferece cargos similares. Ou, conforme o perfil do candidato, até para a área de fiscalização nos estados (ICMS) ou municípios (ISS), uma vez que as matérias cobradas para a PF são bastante similares às básicas da área fiscal. Já quem almeja cargo de nível médio, pode mirar em cargos administrativos de tribunais.
Nos exemplos acima, existem muitas matérias comuns entre o concurso original e o novo foco, por isso o candidato não vai abandonar a preparação para o edital que está aguardando. As disciplinas que já vinham sendo estudadas devem ser mantidas na programação, passando por revisões periódicas e resolução de provas anteriores. Isso porque os editais sairão mais dia, menos dia.
E ainda sobre o efeito da suspensão dos concursos que precisam de aval do Planejamento para ocorrer, vale lembrar que, em 2009, o então ministro Paulo Bernardo, fez declarações semelhantes. E naquele mesmo ano saíram os editais da PF, da Polícia Rodoviária Federal, da Receita e do Banco Central. Por isso, quem mantiver o ritmo de preparação terá mais chances de garantir lugar entre aprovados nos próximos concursos. E o classificado dentro das vagas divulgadas no edital do seu concurso pode até precisar aguardar mais alguns meses, mas deverá ser nomeado dentro do prazo de validade, já que, conforme o entendimento atual do Judiciário, existe direito à nomeação nesses casos.
* Lia Salgado, colunista do G1, é fiscal de rendas do município do Rio de Janeiro, consultora em concursos públicos e autora do livro “Como vencer a maratona dos concursos públicos”
FONTE: G1

Leia mais: http://concursopolicial.blogspot.com/2011/02/candidato-nao-deve-focar-em-um-so.html#ixzz1EODhkr4h

Quantos mais alvos, melhor a chance de acertar....se treinarmos a pontaria.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mais um dia de guerreiro !

Bem, fiz um acordo com meu parceiro que não iriamos colocar postagens pessoais aqui no blog, para não virar diário, mas é quase impossível atender ao objetivo deste, sem colocar alguns exemplos práticos para quem quer saber como é a vida de um vestibulando aprovado e de um concurseiro  - vou postar como foi meu dia hoje, nem considero como sexta pois o final de semana é quando o "bixo pega", nos estudos, então, "go ahead"

05h às 7h, ainda com sono, estudei raciocínio lógico, fórmulas analíse combinatória e alguns exercícios, embora tenha estudado pelo livro no início de 2010 (Enrique Rocha - Raciocínio lógico), pelo site EUVOUPASSAR, aulas gravadas telepresenciais, achei que o professor complicou um pouco, ou eu compliquei, sei lá...embolou-se um pouco o meio de campo.

 7:50h às 17:30h, Supervisor de Campo, a lida foi braba hoje, lidero equipe de 9 assistentes comerciais, planejamento, metas, chefe....mas tudo em ordem, nada de novo, dia típico, superado.
 

 18:30h às 20h, acadêmia, treino de costas e ombro.    

20:30h, postando aqui no blog, logo mais pegarei firme em Português e termino minha noite por aqui, aliás, ainda tenho 02 pit bull´s e esposa, que são minhas inspirações e preciso desprender mais atenção ainda.



 Boa noite !!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

jornada só começando

No decorrer da jornada , que aliás não terminou, muito pelo contrário está apenas começando, percebemos que nada vem de graça, passar em um concurso ou vestibular não é como ganhar na mega-sena, não é necessário sorte e muito menos talento e sim disciplina. Hoje percebemos com nossa pouca experiência que tudo está vinculado a horas e mais horas dedicadas exclusivamente aos estudos. No começo é rotina, depois de um ou dois meses vira necessidade. Prazer em ler um livro.

Primeiro dia !!! 17 02 2011

Como qualquer projeto, esse surgiu da realização pessoal, ou quase, de dois Registrenses que vieram de longe (nem tanto) e se dedicaram a estudar para a UNICAMP e PRF, o primeiro obteve sucesso, como a fórmula - foco total é válida...o segundo, está na luta ainda depois de 3 anos..rsr vamu que vamu, ninguém disse que seria fácil. Estaremos postando realizações do dia a dia para que, outros como nós, não encontre difículdades e sintam-se menos sózinhos, pois como observamos em outros post´s que acompanhamos, e com o tempo indicaremos, a saga é longa e solitária.

Obrigado pela consideração da leitura, espero que encontre algo a ser seguido,ou, desconsidere e continue tua jornada.