Abaixo segue redação postada, com intuito de nortear os camaradas que estão iniciando seus estudos, nesta matéria que é um divisor de águas em algumas bancas.
As décadas de 70, 80 e 90, foram bem diferentes para a criação dos filhos do que a atual. Observam-se algumas mudanças significativas na repreensão das crianças por parte dos familiares e educadores, infringindo ao Estado se interpor quanto aos direitos destas. Qual conseqüência pode acarretar as crianças e as famílias expostas a está intromissão?
Observa-se com os adventos da tecnologia e da forma de governo atual que às crianças e adolescentes estão expostas a uma gama de informações muito grande, ao contrário do que visto em décadas anteriores. Está exposição traz aos país e educadores uma mudança na forma de educação dos filhos e alunos. Neste contexto é inegável que os responsáveis pelos primeiros anos das crianças devem ter papel ativo e participativo em sua criação.
Mas não é isso que se observa, decorrente da forma de governo, observamos uma quebra das estruturas familiares, na qual aumenta-se o índice de mais solteiras, divórcios, falta de professores ou mal qualificação destes e um “mimo” sem precedentes para algumas crianças, que crescem sem parâmetros de educação, criando-se verdadeiros monstros. Neste contexto, o Estado, interpõem-se de forma dogmática frente ao conflito, limitando o poder de repreensão pelos envolvidos pela criação das crianças e com conseqüências puníveis criminalmente.
Esta mudança comportamental observada hoje é importantíssima para a evolução da sociedade, aquelas que não evoluem estão expostas a extinção. Mas não garantir o direito da família e reduzir o poder dos educadores é a mesma coisa que deixar o desenvolvimento dos futuros integrantes da sociedade a mercê da própria sorte, e as conseqüências já podem ser observadas pelos indicadores já citados anteriormente.
Fortalecer laços familiares, sim, preparar o indivíduo para convivência coletiva por meio de educadores preparados e utilizar do meio da repreensão nas escolas, na medida de força que faça-os entenderem a importância do que é ensinado, sim. Agora, o Estado limitar estes poderes e inibir qualquer forma de criação e educação do futuro do país, não acredita-se ser mais correto e trazer como consequência uma sociedade despreparada para viver em conjunto e sim atuarem individualmente como predadores no sistema.
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